Com todo o trabalho de gestão empreendido foi possível atingir resultados positivos em 2022 com um lucro de 27718,56 Euros.
No ano seguinte, em 2023, entrou em vigor a nova legislação laboral que teve profundos impactos no custo do trabalho extraordinário.
Do mesmo modo. Iniciou-se o funcionamento do Grupo de Intervenção Permanente, iniciativa pioneira e experimental que muito veio apoiar a nossa capacidade de socorro, todavia, estes dois aspetos do ponto orçamental tiveram um impacto que desequilibrou os nossos contas em 2023, sendo que passamos para um resultado negativo de 57754,03 Euros e um défice de 3,66%.
Nos dois anos seguintes, a Direção envidou esforços no sentido de voltar a equilibrar financeiramente a Associação, considerando os novos desafios e em 2024 já foi possível reduzir o défice para 2,86%, sendo que neste último ano a redução foi, ainda, mais significativa tendo-se permitido reduzir o défice para, apenas, 0,38%, o que traduz – praticamente – uma situação de equilíbrio.
É de salientar que o número total de colaboradores passou de 33, em 2019, para 58 em 2025.
Conclui-se que foi possível reduzir o défice de 6.38% para 0,38% e aumentar o número de trabalhadores de 33 para 58.
Para o Presidente da Direção, Décio Santos, apesar de – naturalmente – não ter sido um trabalho perfeito e haver sempre margem para melhorias, os números não mentem e evidenciam, na plenitude, a evolução dos resultados e robustez da instituição.